quinta-feira, 17 de dezembro de 2015
segunda-feira, 23 de novembro de 2015
quarta-feira, 11 de novembro de 2015
NUTRIÇÃO E O CORAÇÃO
Nossas escolhas do dia-a-dia são o que realmente determinam nossa saúde,
principalmente a do coração. Os alimentos que ingerimos é o combustível para
nossa vida. Se escolhermos alimentos corretos, nosso organismo funcionará de
forma adequada, porém, se escolhermos alimentos gordurosos, prontos, com grande
quantidade de açúcar, o coração principalmente irá apresentar alguns problemas
ao passar do tempo.
Um coração em forma depende de uma alimentação saudável. Estudos
comprovam que o órgão é beneficiado por alimentos ricos em fibras e gorduras
monoinsaturadas e poliinsaturadas – que auxiliam na redução do colesterol ruim
(LDL), um dos principais fatores de risco para doenças cardiovasculares.
Os
alimentos ricos em gorduras saturadas e trans são altamente prejudiciais porque
aumentam as chances do desenvolvimento da aterosclerose: acúmulo de placas de
gordura nas artérias do coração e do cérebro, podendo levar a infarto e
derrame.
"Mas
não é proibido comer nada, basta saber o que faz mal e consumir de forma
bastante moderada", defende dr. Raul Dias Santos, cardiologista e
consultor do Centro de Medicina Preventiva Einstein.
Não
somente a alimentação que temos que seguir de forma adequada. O exercício
físico é imprescindível para a saúde e bom funcionamento do coração, pois um
corpo parado, enferruja, ou seja, envelhece e fica doente. A prática de
exercício físico auxilia no combate à problemas cardíacos, fortalece o músculo
do coração deixando-o mais forte e saudável, além de nos propiciar um bem estar
pois com o exercício, liberamos hormônios da endorfina, por exemplo.
Alimentos que devem ser
consumidos com moderação ou evitá-los
Sanduíches
de fast-food
Sanduíches de fast-food: ricos em
gorduras saturadas, gorduras trans, sódio (um dos componentes do sal) e
carboidratos simples, que podem ser considerados açúcares. Essas substâncias
causam problemas cardiovasculares.
Frituras
preparadas com gordura hidrogenada
Ricas em gordura trans, em geral são preparadas em lanchonetes e redes
de fast-food. Entre elas estão os quibes, coxinhas, pastéis e as batatas
fritas, que são temperadas com grandes quantidades de sal. A Organização
Mundial da Saúde (OMS) recomenda no máximo 2 gramas de
gordura trans por dia, mas uma porção média de batatas fritas de fast-food
chega a ter 8 gramas . "Se as batatas forem fritas em óleo de soja, por
exemplo, a fritura não aumentará o colesterol ruim, esse aumento será
ocasionado pela gordura hidrogenada", explica Luci Uzelin , nutricionista
do HIAE, especializada em cardiologia.
Azeite
de dendê
Não deve ser a opção para cozinhar, por
ser rico em gorduras saturadas. Para cozinhar, prefira óleos como os de canola,
girassol e milho.
Manteiga
e margarina
A manteiga tem em sua composição 80% de
gordura saturada e algumas marcas possuem alto teor de sal. Já algumas
margarinas vêm sendo produzidas livres de gordura trans. "As margarinas
mais saudáveis são as claras e macias", indica Luci.
Embutidos
Salame, mortadela, linguiças, salsichas
e presunto gordo, entre outros, apresentam grandes quantidades de gordura trans
e de sal, o que tem um impacto bastante negativo sobre a pressão arterial.
Bolos
industrializados
Um dos componentes de praticamente
todos os produtos industrializados das padarias é a gordura trans, além da
gordura saturada e do açúcar. "É preciso estar alerta pois boa parte
desses produtos faz parte do dia-a-dia. Recomendo sempre observar os rótulos e
verificar as quantidades de gorduras", ressalta o dr. Raul.
Biscoitos
industrializados
A maioria, inclusive os do tipo
cream-craker, apresenta gordura trans em sua composição. Por exemplo, uma
porção de seis biscoitos cream-craker oferece quatro gramas de gordura trans,
enquanto quatro biscoitos waffer oferecem quase três gramas.
Salgadinhos
e petiscos industrializados
Ricos em gorduras trans, em geral são
fritos e levam boa quantidade de sal e temperos industrializados. Algumas
marcas estão tirando a gordura trans da composição. "Em hipótese alguma os
salgadinhos devem substituir uma refeição, eles podem ser consumidos de forma
moderada e pouco frequente", alerta o cardiologista.
Carnes
gordas
Evite cortes gordos e o excesso de
carne em churrascarias. "As carnes oferecidas em rodízios são enriquecidas
com gordura para ficarem ainda mais macias", explica o cardiologista. Em
casa, prefira as carnes refogadas, assadas e grelhadas.
Alimentos que favorecem o coração
Soja,
feijão, lentilha, grão de bico
Alimentos ricos em fibras, proteínas,
vitaminas, minerais e antioxidantes. As proteínas auxiliam na redução do
colesterol. "Os grãos são muito benéficos para o coração porque - além de
ajudar a manter bons os níveis de colesterol - colaboram para diminuir a
absorção de açúcar", explica o cardiologista.
Tomate
Rico em licopeno – substância que dá a
cor avermelhada e está presente também na melancia, pimentão, beterraba e
goiaba –, é um grande aliado na prevenção de doenças cardiovasculares por sua
ação antioxidante. É preferível o tomate em molhos, pois a concentração de
licopeno é maior.
Peixes
Os de águas salgadas profundas, como
sardinha, salmão, atum, anchova, truta, arenque e cavala, são ricos em ômega-3,
uma gordura saudável que auxilia a reduzir o colesterol ruim (LDL).
Recomenda-se consumir esses peixes pelo menos três vezes por semana. Os frutos
do mar também são saudáveis para o coração, apesar de terem colesterol, o que
não ocorre com os peixes.
Azeite
Possui gordura monoinsaturada, a mais
saudável de todas. É fonte de vitamina E, entre outras, e apresenta minerais e
compostos antioxidantes como os polifenois. O azeite é capaz de diminuir o
colesterol ruim e aumentar o bom. "Prefira consumir o azeite extravirgem,
que é o mais puro e garante todos os nutrientes", lembra o dr. Raul.
Alho
Algumas pesquisas indicam que ele pode
auxiliar na prevenção das doenças cardiovasculares, pois pode reduzir o
colesterol ruim e a pressão arterial. "Estudos com resultados positivos
sugerem uma ingestão diária de 20g de alho cru, isso porque o calor usado para
cozinhar destrói seus princípios ativos", explica Luci.
Aveia
Fonte de fibras solúveis, além de
deixar por mais tempo a sensação de saciedade, ajuda a reduzir os níveis de
colesterol.
Banana
Outra fonte de fibras solúveis e também
rica em potássio, um mineral importante para o bom funcionamento da função
muscular cardíaca. Pacientes que usam diuréticos para o combate à pressão alta,
em geral, são aconselhados a comer duas ou três bananas por dia, o que ajuda a
repor o potássio eliminado na urina.
Castanhas
Castanha-do-brasil, amêndoas, avelãs,
nozes, amendoim e macadâmias são ricos em gorduras poliinsaturadas. Apresentam
grandes quantidades de proteínas, fibras, selênio, cálcio, ferro, potássio,
zinco, vitamina E, ácido fólico e magnésio. "A porção recomendada é de
seis unidades por dia. Deve-se ter cuidado com a ingestão em excesso, pois as
frutas oleaginosas possuem alto valor calórico", alerta Luci.
Vinhos
Os compostos responsáveis pelos
benefícios ao coração estão na uva, o que torna o consumo do suco ou da própria
fruta tão eficaz quanto o do vinho. O resveratol, substância com efeito
antioxidante presente em maior concentração nas uvas vermelho-escuras, se
destaca pela capacidade de reduzir os riscos de doenças cardiovasculares.
Chocolate
Prefira os escuros, em especial o tipo
amargo, rico em flavonoides e ácido gálico, antioxidantes que ajudam a proteger
os vasos sanguíneos e promovem a saúde do coração. "Os mesmos benefícios
não foram encontrados no chocolate ao leite nem na versão branca",
esclarece Luci. O consumo deve ser moderado, porque o chocolate é calórico e
também tem gorduras.
Fonte: http://www.clinicanutricao.com/img_upload/Artigos/Artigo1_nutricao_e_coracao_Mai08.pdf
http://www.einstein.br/einstein-saude/nutricao/Paginas/alimentos-para-o-coracao-como-servir-saude-a-mesa.aspx
segunda-feira, 19 de outubro de 2015
VITAMINA D
"Você sabia que a vitamina D é um dos nutrientes mais importantes para nosso organismo?
Apesar do fácil acesso aos alimentos e ao sol, há muita deficiência dessa vitamina em grande parte da população acarretando muitos problemas à saúde.
Abaixo uma explicação mais completa desse nutriente importantíssimo para nós."
A vitamina D (calciferol) é um micronutriente
essencial para o funcionamento
saudável do organismo. Existem dois
tipos de vitaminas D: D3 (colecalciferol)
e D2 (ergocalciferol). Ambos os tipos
funcionam como vitaminas e ajudam a
prevenir os sintomas da deficiência de
vitamina D.
Desde que sejam expostos à iluminação
ultravioleta, os seres humanos
são capazes de produzir a vitamina
D3, que também pode ser encontrada
naturalmente no leite, ovos e peixes
gordurosos, como o arenque e a cavala.
Já a vitamina D2 é de origem vegetal,
encontrada nos cogumelos selvagens,
por exemplo. A entrada da vitamina D pela dieta é limitada a um pequeno grupo de alimentos naturais que contém esta vitamina.
Hoje em dia, muitas pessoas no
mundo inteiro não estão consumindo
vitamina D o suficiente para que consigam
obter os benefícios para sua
saúde. Um dos motivos é a pouco exposição ao sol, pois é através dele que a vitamina "fixa-se" ao nosso organismo.
Quando a produção de
vitamina D na pele é insuficiente às únicas
fontes de vitamina D são uma dieta
equilibrada ou pelo uso de suplementos.
A quantidade de vitamina D3 produzida
pela pele após a exposição solar
depende de fatores ambientais e individuais.
Como recomendação geral devem
ser praticadas atividades ao ar livre com
a exposição dos braços e do rosto. A síntese
adequada da vitamina D3 ocorre por
meio de UVB que não são suficientes para
ocasionar queimaduras de pele. Porém,
Holick et. al., constatou que tomar sol
usando protetor solar fator 8 bloqueia a
síntese da vitamina D3 em > 95%.
A quantidade de luz ultravioleta
que atinge a pele depende da latitude,
estação do ano, horário do dia, bem
como das condições meteorológicas
(nebulosidade), quantidade de polui-
ção e reflexo da superfície (neve). As
melhores condições para a síntese da
vitamina D3 são a baixa latitude, ao
meio dia, durante o verão, céu claro, ar
puro e alta reflexão (neve).
FATORES PESSOAIS
O tipo de pele da pessoa é um
fator determinante para a eficácia
na produção da vitamina D3. A pele
escura é mais pigmentada, assim mais
radiação ultravioleta é absorvida pela
melanina, reduzindo-se a produção de
vitamina D3. Populações de pele escura
originalmente vivem perto do equador,
onde há muita radiação ultravioleta
e as pequenas partes desta radiação
não absorvida entram na pele e são
consideradas suficientes para produzir
a vitamina D3 para a saúde. Todavia,
pessoas com a pele clara originalmente
vivem em locais de latitudes elevadas,
onde a radiação ultravioleta ambiente
é baixa, e a palidez maximiza a captura
de radiação para a produção de vitamina
D3 (o risco de danos ultravioleta é
considerado muito baixo em latitudes
elevadas, mesmo para pessoas de pele
clara).
SAÚDE ÓSSEA
Hormônios de vitamina D agem em
ossos, intestinos e rins para produzir o
cálcio, resultando em um elevado nível
de cálcio no sangue. Assim a absorção
intestinal do cálcio é aumentada, promovendo
a mineralização dos ossos
(caso haja uma quantidade suficiente
de cálcio, obtido pela alimentação,
disponível). Além disso, os hormônios
da vitamina D estimulam diretamente
a mineralização dos ossos. Uma
quantidade adequada de vitamina D é
requerida para formar ossos saudáveis
em crianças e para manter a saúde
óssea dos adultos. Baixos níveis de
calcidiol no sangue e baixos níveis de
cálcio levam a um aumento de troca
de ossos e a mobilização de cálcio dos
ossos, causando osteoporose e conseqüentemente
fraturas. A densidade
mineral óssea aumenta quando os ní-
veis de hormônio da paratireóide são
baixos, numa extensão dependendo de
polimorfismos genéticos do receptor
de vitamina D.
SAÚDE CARDIOVASCULAR
A vitamina D interfere na saúde
cardiovascular. Altos níveis do hormônio
da paratireóide, devido à baixa ingestão
de vitamina D, aumentam o risco de
doença e mortalidade cardiovascular,
especialmente por pressão alta e doença
coronariana. Além disso, os níveis de vitamina
D são inversamente relacionados
aos níveis de glicose no sangue e resistência
à insulina. Níveis insuficientes
de vitamina D no sangue são, portanto,
associados a um maior risco de diabetes
tipo II. A suplementação com vitamina
D3 ajuda a diminuir o nível do hormônio
da paratireóide no sangue e pode, assim,
ajudar a diminuir o risco de doenças
cardiovasculares e diabetes.
O hormônio da vitamina D atua na
maioria dos tecidos corporais e tipos de
células. Através do receptor de vitamina
D, o calcitriol age localmente nas células,
regulando o crescimento celular e
estimulando a diferenciação celular.
Isso ajuda a prevenir o câncer. Pessoas
com um nível adequado de vitamina D
têm um risco menor de desenvolver o câncer, incluindo o câncer de cólon,
bexiga, próstata e mama. O hormônio
da vitamina D também atua sobre as
células do sistema imunológico, estimulando
a produção de macrófagos e aumentando
a sua atividade na luta contra
infecções. A vitamina D também inibe
respostas auto-imunes no organismo,
diminuindo assim o risco de artrite reumatóide,
doença intestinal inflamatória
crônica e esclerose múltipla.
INGESTÃO RECOMENDADA
A recomendação atual para a
ingestão diária de vitamina D é
de 200 IU ou 5μg (adultos).
A média de ingestão diária de
vitamina D deve ser de pelo menos
12,5μg ou 500 UI para pessoas de
pele clara, quando um adicional de
vitamina D é fornecido pela pele
(por exemplo, durante o verão).
Recomendações para ingestão média de vitamina D devem aumentar
para pelo menos 50μg por dia para
os idosos, pessoas com pouca exposição
ao sol ou de pele escura.
De acordo com uma recente avaliação de risco realizado pelo Conselho
norte-americano para a Nutrição Responsável
(CRN), o nível de ingestão
máximo (UL) poderia ser aumentado
de 2.000 UI ou 50μg por dia (adultos)
até 10.000 UI ou 250μg por dia.
O que causa deficiência? Síndrome do intestino curto, doenças hepatobiliares e pancreáticas, uso de anticonvulsivantes.
Fontes Alimentares Fígado, gordura do leite, gema do ovo, salmão, sardinha, atum, óleo de peixe, alimentos fortificados. A forma colecalciferol pode ser sintetizada na epiderme.
Manifestações de excesso ou carência Deficiência: raquitismo em crianças, osteomalácia em adultos, desenvolvimento da osteoporose, fraqueza muscular, hiperparatireoidismo.
Toxicidade: excessiva calcificação óssea, e calcificação de tecidos moles, cefaléia e náusea, constipação, poliúria.
Fontes Alimentares Fígado, gordura do leite, gema do ovo, salmão, sardinha, atum, óleo de peixe, alimentos fortificados. A forma colecalciferol pode ser sintetizada na epiderme.
Manifestações de excesso ou carência Deficiência: raquitismo em crianças, osteomalácia em adultos, desenvolvimento da osteoporose, fraqueza muscular, hiperparatireoidismo.
Toxicidade: excessiva calcificação óssea, e calcificação de tecidos moles, cefaléia e náusea, constipação, poliúria.
Fonte: PORTAL EDUCAÇÃO - Cursos Online : Mais de 1000 cursos online com certificado http://www.portaleducacao.com.br/nutricao/artigos/17304/vitamina-d#ixzz3p1I9P0WY
Fonte: Vitamina D: http://www.insumos.com.br/aditivos_e_ingredientes/materias/174.pdf
quinta-feira, 6 de agosto de 2015
Alimentos essenciais para o cérebro
Para manter seu cérebro turbinado, você precisa ingerir certos alimentos
que são essenciais para o bom funcionamento do mesmo, além de ativar sua
memória e inteligência.
As frutas encontram-se em destaque para esse bom funcionamento, pois
nelas contém uma substância chamada fisetina, onde sua principal
função é estimular a formação de novas conexões entre os neurônios
(ramificações) e fortalecê-las.
As principais fontes dessa substância podemos encontrar no morango,
pêssego, uva, kiwi, tomate, maçã, além da cebola e do tomate.
O fenômeno pode ser explicado pelo fato desses vegetais, quando
integrais, frescos e crus, estão concentrados de compostos antioxidantes, que
neutralizam os danos dos radicais livres no cérebro, melhorando a juventude e
sanidade das suas células. A capacidade delas se comunicarem com todas as
partes do organismo e de armazenarem informações.
Além desses alimentos, encontramos várias substâncias em outros
alimentos, principalmente na fração oleosa das sementes, grãos integrais e na
gema do ovo.
Zinco, Selênio, Ferro e Fósforo - sais minerais que
participam de inúmeras trocas elétricas e mantém o cérebro acordado e ativo.
Presente em todas as sementes e grãos, em raízes e as folhas verde escuro.
Vitamina E - poderosa ação antioxidante. Presente em todas as
sementes e grãos, como também em óleos vegetais prensados a frio.
Vitamina C - ação antioxidante. Presente nas sementes frescas e
cruas que foram pré-germinadas, assim como na maioria das frutas.
Vitaminas do complexo B - regulam a transmissão de informações
(as sinapses) entre os neurônios, presente nas sementes e nas fibras dos
alimentos integrais.
Procure fugir de alimentos que causam picos glicêmicos - eles estouram a
taxa de glicose no sangue e no cérebro - como o açúcar (principalmente o
refinado), massas e cereais refinados, batata inglesa e doces em geral. Eles
elevam a produção de insulina e de ácido aracdônico, fortes responsáveis pelos
processos inflamatórios, que aceleram o envelhecimento e morte das células
cerebrais.
Metabolicamente, sabe-se que logo após os picos glicêmicos gerados pelo
consumo excessivo de açúcar e amidos, é inevitável quadros de hipoglicêmia, que
é a queda vertiginosa do teor de glicose no sangue. Tal situação desarticula
todas as funções sensoriais do cérebro, assim como a sua produtividade, poder
de comunicação interna e armazenagem de dados. Tanto que a reação natural de um
cérebro em estado de hipoglicemia é o sono, ou seja, pára tudo.
Evite também as drogas que geram produção massiva de radicais livres
como é o caso do cigarro, das frituras, do álcool, do café, dos alimentos muito
processados e aditivados. Os radicais livres AMAM destruir neurônios e demais
células do organismo.
Por último, evite as frituras e as gorduras de origem animal, que tornam
as membranas celulares rígidas e pouco porosas, inviabilizando a fluidez e a
qualidade das trocas químicas, tanto de nutrição, como de limpeza orgânica.
terça-feira, 4 de agosto de 2015
Áreas de Atuação
O mercado de atuação do nutricionista vem crescendo a cada ano e este profissional ganha cada vez mais importância na promoção do bem-estar e da saúde da população.
A designação e o exercício da profissão de Nutricionista,
profissional de saúde, em qualquer de suas áreas, são privativos dos
portadores de diploma expedido por escolas de graduação em nutrição,
oficiais ou reconhecidas, devidamente registrado no órgão competente
do Ministério da Educação e regularmente inscrito no Conselho
Regional de Nutricionistas da respectiva área de atuação profissional (Lei nº 8.234/91 (DOU, 18/09/1991 - Art. 1º)
Alimentação Coletiva

1) Unidade de Alimentação e Nutrição (UAN) - Compete ao nutricionista, no exercício de suas atribuições em Unidades de Alimentação e Nutrição, planejar, organizar, dirigir, supervisionar e avaliar os serviços de alimentação e nutrição. Realizar assistência e educação nutricional a coletividade ou indivíduos sadios ou enfermos em instituições públicas e privadas.
Uma Unidade de Alimentação e Nutrição é uma unidade de trabalho que desempenha atividades relacionadas à alimentação e nutrição, como o fornecimento de refeições. O objetivo de uma Unidade de Alimentação e Nutrição, ou simplesmente Unidade de alimentação é fornecer refeições equilibradas nutricionalmente, com bom nível de sanidade, adequadas ao comensal (consumidor em alimentação coletiva). Esta adequação deve procurar manter a saúde dos clientes, além de buscar desenvolver hábitos alimentares saudáveis.
2) Alimentação Escolar -
Compete ao nutricionista, no exercício de suas atribuições na Alimentação
Escolar, planejar, organizar, dirigir, supervisionar e avaliar os serviços de
alimentação e nutrição. Realizar assistência e educação nutricional a
coletividade ou indivíduos sadios ou enfermos em instituições públicas e
privadas.
O Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), implantado
em 1955, contribui para o crescimento, o desenvolvimento, a aprendizagem, o
rendimento escolar dos estudantes e a formação de hábitos alimentares
saudáveis, por meio da oferta da alimentação escolar e de ações de educação
alimentar e nutricional.
São atendidos pelo Programa os alunos de toda a educação
básica (educação infantil, ensino fundamental, ensino médio e educação de
jovens e adultos) matriculados em escolas públicas, filantrópicas e em entidades
comunitárias (conveniadas com o poder público), por meio da transferência
de recursos financeiros.

3) Alimentação do Trabalhador - Compete ao nutricionista, no exercício de suas atribuições na Alimentação do Trabalhador, planejar, organizar, dirigir, supervisionar, avaliar os serviços de alimentação e nutrição do Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT). Realizar e promover a educação nutricional e alimentar ao trabalhador em instituições públicas e privadas, por meio de ações, programas e eventos, visando à prevenção de doenças e promoção e manutenção de saúde.
O Programa de Alimentação do Trabalhador - PAT foi instituído pela Lei nº 6.321, de 14 de abril de 1976 e regulamentado pelo Decreto nº 5, de 14 de janeiro de 1991, que priorizam o atendimento aos trabalhadores de baixa renda, isto é, aqueles que ganham até cinco salários mínimos mensais. Este Programa, estruturado na parceria entre Governo, empresa e trabalhador, tem como unidade gestora a Secretaria de Inspeção do Trabalho / Departamento de Segurança e Saúde no Trabalho.

Compete ao nutricionista, no exercício de suas atribuições em Nutrição Clínica, prestar assistência dietética e promover educação nutricional a indivíduos, sadios ou enfermos, em nível hospitalar, ambulatorial, domiciliar e em consultórios de nutrição e dietética, visando à promoção, manutenção e recuperação da saúde.
1) Hospitais, clínicas em geral, clínicas em hemodiálises, instituições de longa permanência para idosos e SPA;
2) Ambulatórios/consultórios;
3) Banco de leite humando (BLH);
4) Lactários/centrais de terapia nutricional;
5) Atendimento domiciliar.
Saúde Coletiva

Compete ao nutricionista, no exercício de suas atribuições na área de Saúde Coletiva, prestar assistência e educação nutricional a coletividades ou indivíduos sadios, ou enfermos, em instituições públicas ou privadas e em consultório de nutrição e dietética, através de ações, programas, pesquisas e eventos, direta ou indiretamente relacionados à alimentação e nutrição, visando à prevenção de doenças, promoção, manutenção e recuperação da saúde.
São atividades de alimentação
e nutrição realizadas em políticas
e programas institucionais, de
atenção básica e de vigilância
sanitária.
1) Políticas e programas institucionais;
2) Atenção básica em saúde;
3) Vigilância em saúde
Docência

Compete ao nutricionista, no exercício de suas atribuições na área da Docência dirigir, coordenar e supervisionar cursos de graduação em nutrição; ensinar matérias profissionais dos cursos de graduação em nutrição e das disciplinas de nutrição e alimentação nos cursos de graduação da área de saúde e outras afins.
1) Ensino, Pesquisa e Extensão (Graduação e Pós-graduação); e coordenação de cursos.
Indústria de Alimentos
Compete ao nutricionista, no exercício de suas atribuições na área de indústria de alimentos, elaborar informes técnico-científicos, gerenciar projetos de desenvolvimento de produtos alimentícios, prestar assistência e treinamento especializado em alimentação e nutrição, controlar a qualidade de gêneros e produtos alimentícios, atuar em marketing e desenvolver estudos e trabalhos experimentais em alimentação e nutrição, proceder analises relativas ao processamento de produtos alimentícios industrializados.
1) Desenvolvimento de produtos.
Nutrição em Esporte
Compete ao nutricionista, no exercício de suas atribuições na área de nutrição em esportes, prestar assistência e educação nutricional a coletividades ou indivíduos, sadios ou enfermos, em instituições publicas e privadas e em consultório de nutrição e dietética, prestar assistência e treinamento especializado em alimentação e nutrição, prescrever suplementos nutricionais necessários a complementação da dieta, solicitar exames laboratoriais necessários ao acompanhamento dietético.
1) Clubes esportivos, academias e similares.
Marketing na Área de Alimentação e Nutrição

Compete ao nutricionista, no exercício de suas atribuições em Marketing na Área de Alimentação e Nutrição, a educação nutricional de coletividades, sadias ou enfermas, em instituições públicas ou privadas e em consultórios de nutrição e dietética, divulgando informações e materiais técnico-científicos acerca de produtos ou técnicas reconhecidas.
Fonte: http://www.crn2.org.br/index.php?pagina=area-atuacao
segunda-feira, 3 de agosto de 2015
O que é a nutrição?
A nutrição é o estudo dos alimentos e dos mecanismos pelos quais o organismo ingere, absorve e utiliza os nutrientes que fornecem a energia necessária para o seu funcionamento. Ciência que estuda as relações entre saúde (bem-estar), a alimentação (dieta) e o pleno desenvolvimento físico, mental e emocional. As pesquisas sobre estas relações vem sendo desenvolvidas pela humanidade há muito tempo, visto que, sem a alimentação, os seres humanos já teriam desaparecido da Terra.
Hipócrates
Hipócrates
Estudioso grego, considerado “Pai da Medicina”, Hipócrates acreditava que as doenças estavam relacionadas a fatores climáticos, raciais, dietéticos e do ambiente onde as pessoas vivem. Muitas das suas teorias são válidas até os dias de hoje. A sua frase “Deixe a comida ser o remédio e o remédio ser a comida” pode ser considerada como o lema da nutracêutica.
Lavoisier
Lavoisier
Em 1770, Lavoisier - considerado o "Pai da Nutrição" - estudando os processos de combustão dos alimentos e a respiração celular, acaba por criar sofistificados equipamentos, capazes de medir o calor liberado durante a reação entre substâncias combustíveis e o oxigênio : os calorímetros. A partir do seu trabalho, o mundo científico descobriu que a fonte de energia do nosso organismo era a combustão controlada dos alimentos (especialmente a dos carboidratos), com liberação de CO2, H2O e cerca de 2.000 calorias/dia.
Pasteur
Pasteur
Louis Pasteur foi um cientista francês, que se dedicou especialmente ao estudo da Microbiologia e desenvolveu a atual técnica da Pasteurização dos alimentos. Ele descobriu que aquecer certos alimentos e bebidas, acima dos 60ºC, reduz sensivelmente o número de microorganismos presentes, evitando sua deterioração. Este avanço científico melhorou a qualidade de vida do ser humano ao permitir que alimentos como o leite sejam transportados e estocados.
Realidade Brasileira
No Brasil, a profissão regulamentada de nutricionista surgiu há pouco mais de 20 anos. Na década de 1980, a principal preocupação dos profissionais de saúde pública era a desnutrição. Com as mudanças no estilo de vida e no padrão alimentar da população, o foco dos estudos passou a ser a relação entre o excesso de peso e as doenças cardiovasculares, hipertensão e diabetes, principais agravos à saúde dos brasileiros nos dias de hoje.
Assinar:
Comentários (Atom)



















