quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Introdução alimentos dos bebês

Aos seis meses, o leite materno deixa de ser a única fonte de nutrição do bebê, que passa a ser apresentado a outros alimentos. 

A partir de agora, mesmo ainda sendo amamentado no peito, o bebê precisa dos nutrientes de outros alimentos para sustentar o crescimento saudável. O leite continua tendo um papel importante, mas papinhas doces e salgadas devem entrar em cena, complementando a alimentação do pequeno. Nesse processo, além de apresentar ao filhote novos sabores e texturas, você terá a chance de ajudar seu filho a construir práticas saudáveis de alimentação. "Os hábitos alimentares não são herdados, mas adquiridos. Por isso, o papel dos pais no desmame é essencial", afirma a pediatra Maria Aurora Brandão, do Hospital e Maternidade São Luiz, em São Paulo.

Passo a passo

1. Não colocar açúcar nas papinhas de fruta;
2. Evitar sal;
3. Substituir temperos prontos por ervas frescas;
4. Oferecer as refeições em horários fixos, longe da TV;
5. Amassar a papinha com garfo em vez de bater no liquidificador ou passar na peneira. Isso preserva as fibras e estimula a mastigação;
6. Abolir pratos industrializados;
7. Preferir frutas, legumes e verduras da estação;
8. Entender que os pequenos comem sempre de acordo com suas necessidades. Nem mais nem menos;
9. Dar papinhas congeladas nos dias de correria. Congelar não provoca grande perda de nutrientes.

As papas de frutas também podem ser introduzidas, como um lanche da tarde, no intervalo das mamadas. Raspadinhas ou amassadas, elas ajudam a criança a treinar a capacidade de receber alimentos com a colher. Não se assuste se, no começo, seu filho cuspir tudo que você oferecer. "Esse movimento é involuntário. Para evitá-lo, a mãe deve colocar a comida mais ou menos no meio da língua do bebê e ter paciência. Dois ou três dias são suficientes para que o pequeno aprenda", garante Maria Aurora. A partir daí, as frutas continuam na dieta da criança como uma saudável opção de lanche pela manhã e à tarde.

Depois das frutas amassadas, chega a vez da papa salgada, inicialmente em substituição a uma mamada próxima do horário do almoço. "Sugiro que as mães comecem refogando uma folha, uma raiz e um legume com temperos suaves e sem sal. Quando estiverem macios, eles podem ser amassados com um garfo e oferecidos ao bebê", ensina Lopez.

Cerca de dois meses após o início do desmame, uma segunda refeição salgada pode ser oferecida no lugar da mamada que acontece por volta da hora do jantar. Gradualmente, também a consistência das papinhas deve ser modificada, passando de semissólida para sólida. O objetivo é que, por volta de 1 ano, seu pequeno gourmet já esteja à mesa com a família compartilhando os mesmos alimentos que todos os integrantes da casa.




segunda-feira, 23 de novembro de 2015


Estou iniciando uma nova etapa na minha vida, onde abrirei meu primeiro consultório. Agradeço à todos pelo apoio que estão me dando. Toda dificuldade enfrentada é um novo passo dado. Meu consultório é em BLUMENAU/SC 

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

NUTRIÇÃO E O CORAÇÃO



Nossas escolhas do dia-a-dia são o que realmente determinam nossa saúde, principalmente a do coração. Os alimentos que ingerimos é o combustível para nossa vida. Se escolhermos alimentos corretos, nosso organismo funcionará de forma adequada, porém, se escolhermos alimentos gordurosos, prontos, com grande quantidade de açúcar, o coração principalmente irá apresentar alguns problemas ao passar do tempo. 

Um coração em forma depende de uma alimentação saudável. Estudos comprovam que o órgão é beneficiado por alimentos ricos em fibras e gorduras monoinsaturadas e poliinsaturadas – que auxiliam na redução do colesterol ruim (LDL), um dos principais fatores de risco para doenças cardiovasculares.

Os alimentos ricos em gorduras saturadas e trans são altamente prejudiciais porque aumentam as chances do desenvolvimento da aterosclerose: acúmulo de placas de gordura nas artérias do coração e do cérebro, podendo levar a infarto e derrame.
"Mas não é proibido comer nada, basta saber o que faz mal e consumir de forma bastante moderada", defende dr. Raul Dias Santos, cardiologista e consultor do Centro de Medicina Preventiva Einstein.

Não somente a alimentação que temos que seguir de forma adequada. O exercício físico é imprescindível para a saúde e bom funcionamento do coração, pois um corpo parado, enferruja, ou seja, envelhece e fica doente. A prática de exercício físico auxilia no combate à problemas cardíacos, fortalece o músculo do coração deixando-o mais forte e saudável, além de nos propiciar um bem estar pois com o exercício, liberamos hormônios da endorfina, por exemplo.


Alimentos que devem ser consumidos com moderação ou evitá-los

Sanduíches de fast-food
Sanduíches de fast-food: ricos em gorduras saturadas, gorduras trans, sódio (um dos componentes do sal) e carboidratos simples, que podem ser considerados açúcares. Essas substâncias causam problemas cardiovasculares.

Frituras preparadas com gordura hidrogenada
Ricas em gordura trans, em geral são preparadas em lanchonetes e redes de fast-food. Entre elas estão os quibes, coxinhas, pastéis e as batatas fritas, que são temperadas com grandes quantidades de sal. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda no máximo 2 gramas de gordura trans por dia, mas uma porção média de batatas fritas de fast-food chega a ter 8 gramas . "Se as batatas forem fritas em óleo de soja, por exemplo, a fritura não aumentará o colesterol ruim, esse aumento será ocasionado pela gordura hidrogenada", explica Luci Uzelin , nutricionista do HIAE, especializada em cardiologia.

Azeite de dendê
Não deve ser a opção para cozinhar, por ser rico em gorduras saturadas. Para cozinhar, prefira óleos como os de canola, girassol e milho.

Manteiga e margarina
A manteiga tem em sua composição 80% de gordura saturada e algumas marcas possuem alto teor de sal. Já algumas margarinas vêm sendo produzidas livres de gordura trans. "As margarinas mais saudáveis são as claras e macias", indica Luci.

Embutidos
Salame, mortadela, linguiças, salsichas e presunto gordo, entre outros, apresentam grandes quantidades de gordura trans e de sal, o que tem um impacto bastante negativo sobre a pressão arterial.

Bolos industrializados
Um dos componentes de praticamente todos os produtos industrializados das padarias é a gordura trans, além da gordura saturada e do açúcar. "É preciso estar alerta pois boa parte desses produtos faz parte do dia-a-dia. Recomendo sempre observar os rótulos e verificar as quantidades de gorduras", ressalta o dr. Raul.

Biscoitos industrializados
A maioria, inclusive os do tipo cream-craker, apresenta gordura trans em sua composição. Por exemplo, uma porção de seis biscoitos cream-craker oferece quatro gramas de gordura trans, enquanto quatro biscoitos waffer oferecem quase três gramas.

Salgadinhos e petiscos industrializados
Ricos em gorduras trans, em geral são fritos e levam boa quantidade de sal e temperos industrializados. Algumas marcas estão tirando a gordura trans da composição. "Em hipótese alguma os salgadinhos devem substituir uma refeição, eles podem ser consumidos de forma moderada e pouco frequente", alerta o cardiologista.

Carnes gordas
Evite cortes gordos e o excesso de carne em churrascarias. "As carnes oferecidas em rodízios são enriquecidas com gordura para ficarem ainda mais macias", explica o cardiologista. Em casa, prefira as carnes refogadas, assadas e grelhadas.

Alimentos que favorecem o coração



Soja, feijão, lentilha, grão de bico
Alimentos ricos em fibras, proteínas, vitaminas, minerais e antioxidantes. As proteínas auxiliam na redução do colesterol. "Os grãos são muito benéficos para o coração porque - além de ajudar a manter bons os níveis de colesterol - colaboram para diminuir a absorção de açúcar", explica o cardiologista.

Tomate
Rico em licopeno – substância que dá a cor avermelhada e está presente também na melancia, pimentão, beterraba e goiaba –, é um grande aliado na prevenção de doenças cardiovasculares por sua ação antioxidante. É preferível o tomate em molhos, pois a concentração de licopeno é maior.

Peixes
Os de águas salgadas profundas, como sardinha, salmão, atum, anchova, truta, arenque e cavala, são ricos em ômega-3, uma gordura saudável que auxilia a reduzir o colesterol ruim (LDL). Recomenda-se consumir esses peixes pelo menos três vezes por semana. Os frutos do mar também são saudáveis para o coração, apesar de terem colesterol, o que não ocorre com os peixes.

Azeite
Possui gordura monoinsaturada, a mais saudável de todas. É fonte de vitamina E, entre outras, e apresenta minerais e compostos antioxidantes como os polifenois. O azeite é capaz de diminuir o colesterol ruim e aumentar o bom. "Prefira consumir o azeite extravirgem, que é o mais puro e garante todos os nutrientes", lembra o dr. Raul.

Alho
Algumas pesquisas indicam que ele pode auxiliar na prevenção das doenças cardiovasculares, pois pode reduzir o colesterol ruim e a pressão arterial. "Estudos com resultados positivos sugerem uma ingestão diária de 20g de alho cru, isso porque o calor usado para cozinhar destrói seus princípios ativos", explica Luci.

Aveia
Fonte de fibras solúveis, além de deixar por mais tempo a sensação de saciedade, ajuda a reduzir os níveis de colesterol.

Banana
Outra fonte de fibras solúveis e também rica em potássio, um mineral importante para o bom funcionamento da função muscular cardíaca. Pacientes que usam diuréticos para o combate à pressão alta, em geral, são aconselhados a comer duas ou três bananas por dia, o que ajuda a repor o potássio eliminado na urina.

Castanhas
Castanha-do-brasil, amêndoas, avelãs, nozes, amendoim e macadâmias são ricos em gorduras poliinsaturadas. Apresentam grandes quantidades de proteínas, fibras, selênio, cálcio, ferro, potássio, zinco, vitamina E, ácido fólico e magnésio. "A porção recomendada é de seis unidades por dia. Deve-se ter cuidado com a ingestão em excesso, pois as frutas oleaginosas possuem alto valor calórico", alerta Luci.

Vinhos
Os compostos responsáveis pelos benefícios ao coração estão na uva, o que torna o consumo do suco ou da própria fruta tão eficaz quanto o do vinho. O resveratol, substância com efeito antioxidante presente em maior concentração nas uvas vermelho-escuras, se destaca pela capacidade de reduzir os riscos de doenças cardiovasculares.

Chocolate
Prefira os escuros, em especial o tipo amargo, rico em flavonoides e ácido gálico, antioxidantes que ajudam a proteger os vasos sanguíneos e promovem a saúde do coração. "Os mesmos benefícios não foram encontrados no chocolate ao leite nem na versão branca", esclarece Luci. O consumo deve ser moderado, porque o chocolate é calórico e também tem gorduras.

Fonte: http://www.clinicanutricao.com/img_upload/Artigos/Artigo1_nutricao_e_coracao_Mai08.pdf
http://www.einstein.br/einstein-saude/nutricao/Paginas/alimentos-para-o-coracao-como-servir-saude-a-mesa.aspx


segunda-feira, 19 de outubro de 2015

VITAMINA D



"Você sabia que a vitamina D é um dos nutrientes mais importantes para nosso organismo?
Apesar do fácil acesso aos alimentos e ao sol, há muita deficiência dessa vitamina em grande parte da população acarretando muitos problemas à saúde.
Abaixo uma explicação mais completa desse nutriente importantíssimo para nós."

A vitamina D (calciferol) é um micronutriente essencial para o funcionamento saudável do organismo. Existem dois tipos de vitaminas D: D3 (colecalciferol) e D2 (ergocalciferol). Ambos os tipos funcionam como vitaminas e ajudam a prevenir os sintomas da deficiência de vitamina D. Desde que sejam expostos à iluminação ultravioleta, os seres humanos são capazes de produzir a vitamina D3, que também pode ser encontrada naturalmente no leite, ovos e peixes gordurosos, como o arenque e a cavala. Já a vitamina D2 é de origem vegetal, encontrada nos cogumelos selvagens, por exemplo. A entrada da vitamina D pela dieta é limitada a um pequeno grupo de alimentos naturais que contém esta vitamina.

Hoje em dia, muitas pessoas no mundo inteiro não estão consumindo vitamina D o suficiente para que consigam obter os benefícios para sua saúde. Um dos motivos é a pouco exposição ao sol, pois é através dele que a vitamina "fixa-se" ao nosso organismo.
Quando a produção de vitamina D na pele é insuficiente às únicas fontes de vitamina D são uma dieta equilibrada ou pelo uso de suplementos. 

A quantidade de vitamina D3 produzida pela pele após a exposição solar depende de fatores ambientais e individuais. Como recomendação geral devem ser praticadas atividades ao ar livre com a exposição dos braços e do rosto. A síntese adequada da vitamina D3 ocorre por meio de UVB que não são suficientes para ocasionar queimaduras de pele. Porém, Holick et. al., constatou que tomar sol usando protetor solar fator 8 bloqueia a síntese da vitamina D3 em > 95%.

A quantidade de luz ultravioleta que atinge a pele depende da latitude, estação do ano, horário do dia, bem como das condições meteorológicas (nebulosidade), quantidade de polui- ção e reflexo da superfície (neve). As melhores condições para a síntese da vitamina D3 são a baixa latitude, ao meio dia, durante o verão, céu claro, ar puro e alta reflexão (neve). 

FATORES PESSOAIS 

O tipo de pele da pessoa é um fator determinante para a eficácia na produção da vitamina D3. A pele escura é mais pigmentada, assim mais radiação ultravioleta é absorvida pela melanina, reduzindo-se a produção de vitamina D3. Populações de pele escura originalmente vivem perto do equador, onde há muita radiação ultravioleta e as pequenas partes desta radiação não absorvida entram na pele e são consideradas suficientes para produzir a vitamina D3 para a saúde. Todavia, pessoas com a pele clara originalmente vivem em locais de latitudes elevadas, onde a radiação ultravioleta ambiente é baixa, e a palidez maximiza a captura de radiação para a produção de vitamina D3 (o risco de danos ultravioleta é considerado muito baixo em latitudes elevadas, mesmo para pessoas de pele clara).

SAÚDE ÓSSEA

Hormônios de vitamina D agem em ossos, intestinos e rins para produzir o cálcio, resultando em um elevado nível de cálcio no sangue. Assim a absorção intestinal do cálcio é aumentada, promovendo a mineralização dos ossos (caso haja uma quantidade suficiente de cálcio, obtido pela alimentação, disponível). Além disso, os hormônios da vitamina D estimulam diretamente a mineralização dos ossos. Uma quantidade adequada de vitamina D é requerida para formar ossos saudáveis em crianças e para manter a saúde óssea dos adultos. Baixos níveis de calcidiol no sangue e baixos níveis de cálcio levam a um aumento de troca de ossos e a mobilização de cálcio dos ossos, causando osteoporose e conseqüentemente fraturas. A densidade mineral óssea aumenta quando os ní- veis de hormônio da paratireóide são baixos, numa extensão dependendo de polimorfismos genéticos do receptor de vitamina D. 

SAÚDE CARDIOVASCULAR

A vitamina D interfere na saúde cardiovascular. Altos níveis do hormônio da paratireóide, devido à baixa ingestão de vitamina D, aumentam o risco de doença e mortalidade cardiovascular, especialmente por pressão alta e doença coronariana. Além disso, os níveis de vitamina D são inversamente relacionados aos níveis de glicose no sangue e resistência à insulina. Níveis insuficientes de vitamina D no sangue são, portanto, associados a um maior risco de diabetes tipo II. A suplementação com vitamina D3 ajuda a diminuir o nível do hormônio da paratireóide no sangue e pode, assim, ajudar a diminuir o risco de doenças cardiovasculares e diabetes.



O hormônio da vitamina D atua na maioria dos tecidos corporais e tipos de células. Através do receptor de vitamina D, o calcitriol age localmente nas células, regulando o crescimento celular e estimulando a diferenciação celular.
Isso ajuda a prevenir o câncer. Pessoas com um nível adequado de vitamina D têm um risco menor de desenvolver o câncer, incluindo o câncer de cólon, bexiga, próstata e mama. O hormônio da vitamina D também atua sobre as células do sistema imunológico, estimulando a produção de macrófagos e aumentando a sua atividade na luta contra infecções. A vitamina D também inibe respostas auto-imunes no organismo, diminuindo assim o risco de artrite reumatóide, doença intestinal inflamatória crônica e esclerose múltipla.


INGESTÃO RECOMENDADA 

A recomendação atual para a ingestão diária de vitamina D é de 200 IU ou 5μg (adultos). 
A média de ingestão diária de vitamina D deve ser de pelo menos 12,5μg ou 500 UI para pessoas de pele clara, quando um adicional de vitamina D é fornecido pela pele (por exemplo, durante o verão).
Recomendações para ingestão média de vitamina D devem aumentar para pelo menos 50μg por dia para os idosos, pessoas com pouca exposição ao sol ou de pele escura. De acordo com uma recente avaliação de risco realizado pelo Conselho norte-americano para a Nutrição Responsável (CRN), o nível de ingestão máximo (UL) poderia ser aumentado de 2.000 UI ou 50μg por dia (adultos) até 10.000 UI ou 250μg por dia. 

O que causa deficiência? Síndrome do intestino curto, doenças hepatobiliares e pancreáticas, uso de anticonvulsivantes. 

Fontes Alimentares Fígado, gordura do leite, gema do ovo, salmão, sardinha, atum, óleo de peixe, alimentos fortificados. A forma colecalciferol pode ser sintetizada na epiderme. 

Manifestações de excesso ou carência Deficiência: raquitismo em crianças, osteomalácia em adultos, desenvolvimento da osteoporose, fraqueza muscular, hiperparatireoidismo. 
Toxicidade: excessiva calcificação óssea, e calcificação de tecidos moles, cefaléia e náusea, constipação, poliúria.



Fonte: PORTAL EDUCAÇÃO - Cursos Online : Mais de 1000 cursos online com certificado http://www.portaleducacao.com.br/nutricao/artigos/17304/vitamina-d#ixzz3p1I9P0WY

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Alimentos essenciais para o cérebro





Para manter seu cérebro turbinado, você precisa ingerir certos alimentos que são essenciais para o bom funcionamento do mesmo, além de ativar sua memória e inteligência.
As frutas encontram-se em destaque para esse bom funcionamento, pois nelas contém uma substância chamada fisetina, onde sua principal função é estimular a formação de novas conexões entre os neurônios (ramificações) e fortalecê-las.
As principais fontes dessa substância podemos encontrar no morango, pêssego, uva, kiwi, tomate, maçã, além da cebola e do tomate.

O fenômeno pode ser explicado pelo fato desses vegetais, quando integrais, frescos e crus, estão concentrados de compostos antioxidantes, que neutralizam os danos dos radicais livres no cérebro, melhorando a juventude e sanidade das suas células. A capacidade delas se comunicarem com todas as partes do organismo e de armazenarem informações.

Além desses alimentos, encontramos várias substâncias em outros alimentos, principalmente na fração oleosa das sementes, grãos integrais e na gema do ovo.
 
Zinco, Selênio, Ferro e Fósforo - sais minerais que participam de inúmeras trocas elétricas e mantém o cérebro acordado e ativo. Presente em todas as sementes e grãos, em raízes e as folhas verde escuro.

Vitamina E - poderosa ação antioxidante. Presente em todas as sementes e grãos, como também em óleos vegetais prensados a frio.

Vitamina C - ação antioxidante. Presente nas sementes frescas e cruas que foram pré-germinadas, assim como na maioria das frutas.

Vitaminas do complexo B - regulam a transmissão de informações (as sinapses) entre os neurônios, presente nas sementes e nas fibras dos alimentos integrais.
  




Procure fugir de alimentos que causam picos glicêmicos - eles estouram a taxa de glicose no sangue e no cérebro - como o açúcar (principalmente o refinado), massas e cereais refinados, batata inglesa e doces em geral. Eles elevam a produção de insulina e de ácido aracdônico, fortes responsáveis pelos processos inflamatórios, que aceleram o envelhecimento e morte das células cerebrais.
Metabolicamente, sabe-se que logo após os picos glicêmicos gerados pelo consumo excessivo de açúcar e amidos, é inevitável quadros de hipoglicêmia, que é a queda vertiginosa do teor de glicose no sangue. Tal situação desarticula todas as funções sensoriais do cérebro, assim como a sua produtividade, poder de comunicação interna e armazenagem de dados. Tanto que a reação natural de um cérebro em estado de hipoglicemia é o sono, ou seja, pára tudo.
Evite também as drogas que geram produção massiva de radicais livres como é o caso do cigarro, das frituras, do álcool, do café, dos alimentos muito processados e aditivados. Os radicais livres AMAM destruir neurônios e demais células do organismo.
Por último, evite as frituras e as gorduras de origem animal, que tornam as membranas celulares rígidas e pouco porosas, inviabilizando a fluidez e a qualidade das trocas químicas, tanto de nutrição, como de limpeza orgânica.

terça-feira, 4 de agosto de 2015

Áreas de Atuação


O mercado de atuação do nutricionista vem crescendo a cada ano e este profissional ganha cada vez mais importância na promoção do bem-estar e da saúde da população.


A designação e o exercício da profissão de Nutricionista, profissional de saúde, em qualquer de suas áreas, são privativos dos portadores de diploma expedido por escolas de graduação em nutrição, oficiais ou reconhecidas, devidamente registrado no órgão competente do Ministério da Educação e regularmente inscrito no Conselho Regional de Nutricionistas da respectiva área de atuação profissional (Lei nº 8.234/91 (DOU, 18/09/1991 - Art. 1º) 



Alimentação Coletiva


1) Unidade de Alimentação e Nutrição (UAN) - Compete ao nutricionista, no exercício de suas atribuições em Unidades de Alimentação e Nutrição, planejar, organizar, dirigir, supervisionar e avaliar os serviços de alimentação e nutrição. Realizar assistência e educação nutricional a coletividade ou indivíduos sadios ou enfermos em instituições públicas e privadas.

Uma Unidade de Alimentação e Nutrição é uma unidade de trabalho que desempenha atividades relacionadas à alimentação e nutrição, como o fornecimento de refeições. O objetivo de uma Unidade de Alimentação e Nutrição, ou simplesmente Unidade de alimentação  é fornecer refeições equilibradas nutricionalmente, com bom nível de sanidade, adequadas ao comensal (consumidor em alimentação coletiva). Esta adequação deve procurar manter a saúde dos clientes, além de buscar desenvolver hábitos alimentares saudáveis.


2) Alimentação Escolar - Compete ao nutricionista, no exercício de suas atribuições na Alimentação Escolar, planejar, organizar, dirigir, supervisionar e avaliar os serviços de alimentação e nutrição. Realizar assistência e educação nutricional a coletividade ou indivíduos sadios ou enfermos em instituições públicas e privadas.


O Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), implantado em 1955, contribui para o crescimento, o desenvolvimento, a aprendizagem, o rendimento escolar dos estudantes e a formação de hábitos alimentares saudáveis, por meio da oferta da alimentação escolar e de ações de educação alimentar e nutricional.

São atendidos pelo Programa os alunos de toda a educação básica (educação infantil, ensino fundamental, ensino médio e educação de jovens e adultos) matriculados em escolas públicas, filantrópicas e em entidades comunitárias (conveniadas com o poder público),  por meio da transferência de recursos financeiros.




3) Alimentação do Trabalhador - Compete ao nutricionista, no exercício de suas atribuições na Alimentação do Trabalhador, planejar, organizar, dirigir, supervisionar, avaliar os serviços de alimentação e nutrição do Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT). Realizar e promover a educação nutricional e alimentar ao trabalhador em instituições públicas e privadas, por meio de ações, programas e eventos, visando à prevenção de doenças e promoção e manutenção de saúde.



Programa de Alimentação do Trabalhador - PAT foi instituído pela Lei nº 6.321, de 14 de abril de 1976 e regulamentado pelo Decreto nº 5, de 14 de janeiro de 1991, que priorizam o atendimento aos trabalhadores de baixa renda, isto é, aqueles que ganham até cinco salários mínimos mensais. Este Programa, estruturado na parceria entre Governo, empresa e trabalhador, tem como unidade gestora a Secretaria de Inspeção do Trabalho / Departamento de Segurança e Saúde no Trabalho.




Nutrição Clínica



Compete ao nutricionista, no exercício de suas atribuições em Nutrição Clínica, prestar assistência dietética e promover educação nutricional a indivíduos, sadios ou enfermos, em nível hospitalar, ambulatorial, domiciliar e em consultórios de nutrição e dietética, visando à promoção, manutenção e recuperação da saúde.



1) Hospitais, clínicas em geral, clínicas em hemodiálises, instituições de longa permanência para idosos e SPA;
2) Ambulatórios/consultórios;
3) Banco de leite humando (BLH);
4) Lactários/centrais de terapia nutricional;
5) Atendimento domiciliar.


Saúde Coletiva


Compete ao nutricionista, no exercício de suas atribuições na área de Saúde Coletiva, prestar assistência e educação nutricional a coletividades ou indivíduos sadios, ou enfermos, em instituições públicas ou privadas e em consultório de nutrição e dietética, através de ações, programas, pesquisas e eventos, direta ou indiretamente relacionados à alimentação e nutrição, visando à prevenção de doenças, promoção, manutenção e recuperação da saúde.

São atividades de alimentação e nutrição realizadas em políticas e programas institucionais, de atenção básica e de vigilância sanitária.

1) Políticas e programas institucionais;
2) Atenção básica em saúde;
3) Vigilância em saúde


Docência


Compete ao nutricionista, no exercício de suas atribuições na área da Docência dirigir, coordenar e supervisionar cursos de graduação em nutrição; ensinar matérias profissionais dos cursos de graduação em nutrição e das disciplinas de nutrição e alimentação nos cursos de graduação da área de saúde e outras afins.

1) Ensino, Pesquisa e Extensão (Graduação e Pós-graduação); e coordenação de cursos.




Indústria de Alimentos

Compete ao nutricionista, no exercício de suas atribuições na área de indústria de alimentos, elaborar informes técnico-científicos, gerenciar projetos de desenvolvimento de produtos alimentícios, prestar assistência e treinamento especializado em alimentação e nutrição, controlar a qualidade de gêneros e produtos alimentícios, atuar em marketing e desenvolver estudos e trabalhos experimentais em alimentação e nutrição, proceder analises relativas ao processamento de produtos alimentícios industrializados.

1) Desenvolvimento de produtos.


Nutrição em Esporte

Compete ao nutricionista, no exercício de suas atribuições na área de nutrição em esportes, prestar assistência e educação nutricional a coletividades ou indivíduos, sadios ou enfermos, em instituições publicas e privadas e em consultório de nutrição e dietética, prestar assistência e treinamento especializado em alimentação e nutrição, prescrever suplementos nutricionais necessários a complementação da dieta, solicitar exames laboratoriais necessários ao acompanhamento dietético.

1) Clubes esportivos, academias e similares.




Marketing na Área de Alimentação e Nutrição



Compete ao nutricionista, no exercício de suas atribuições em Marketing na Área de Alimentação e Nutrição, a educação nutricional de coletividades, sadias ou enfermas, em instituições públicas ou privadas e em consultórios de nutrição e dietética, divulgando informações e materiais técnico-científicos acerca de produtos ou técnicas reconhecidas.



Fonte: http://www.crn2.org.br/index.php?pagina=area-atuacao