VITAMINA D
"Você sabia que a vitamina D é um dos nutrientes mais importantes para nosso organismo?
Apesar do fácil acesso aos alimentos e ao sol, há muita deficiência dessa vitamina em grande parte da população acarretando muitos problemas à saúde.
Abaixo uma explicação mais completa desse nutriente importantíssimo para nós."
A vitamina D (calciferol) é um micronutriente
essencial para o funcionamento
saudável do organismo. Existem dois
tipos de vitaminas D: D3 (colecalciferol)
e D2 (ergocalciferol). Ambos os tipos
funcionam como vitaminas e ajudam a
prevenir os sintomas da deficiência de
vitamina D.
Desde que sejam expostos à iluminação
ultravioleta, os seres humanos
são capazes de produzir a vitamina
D3, que também pode ser encontrada
naturalmente no leite, ovos e peixes
gordurosos, como o arenque e a cavala.
Já a vitamina D2 é de origem vegetal,
encontrada nos cogumelos selvagens,
por exemplo. A entrada da vitamina D pela dieta é limitada a um pequeno grupo de alimentos naturais que contém esta vitamina.
Hoje em dia, muitas pessoas no
mundo inteiro não estão consumindo
vitamina D o suficiente para que consigam
obter os benefícios para sua
saúde. Um dos motivos é a pouco exposição ao sol, pois é através dele que a vitamina "fixa-se" ao nosso organismo.
Quando a produção de
vitamina D na pele é insuficiente às únicas
fontes de vitamina D são uma dieta
equilibrada ou pelo uso de suplementos.
A quantidade de vitamina D3 produzida
pela pele após a exposição solar
depende de fatores ambientais e individuais.
Como recomendação geral devem
ser praticadas atividades ao ar livre com
a exposição dos braços e do rosto. A síntese
adequada da vitamina D3 ocorre por
meio de UVB que não são suficientes para
ocasionar queimaduras de pele. Porém,
Holick et. al., constatou que tomar sol
usando protetor solar fator 8 bloqueia a
síntese da vitamina D3 em > 95%.
A quantidade de luz ultravioleta
que atinge a pele depende da latitude,
estação do ano, horário do dia, bem
como das condições meteorológicas
(nebulosidade), quantidade de polui-
ção e reflexo da superfície (neve). As
melhores condições para a síntese da
vitamina D3 são a baixa latitude, ao
meio dia, durante o verão, céu claro, ar
puro e alta reflexão (neve).
FATORES PESSOAIS
O tipo de pele da pessoa é um
fator determinante para a eficácia
na produção da vitamina D3. A pele
escura é mais pigmentada, assim mais
radiação ultravioleta é absorvida pela
melanina, reduzindo-se a produção de
vitamina D3. Populações de pele escura
originalmente vivem perto do equador,
onde há muita radiação ultravioleta
e as pequenas partes desta radiação
não absorvida entram na pele e são
consideradas suficientes para produzir
a vitamina D3 para a saúde. Todavia,
pessoas com a pele clara originalmente
vivem em locais de latitudes elevadas,
onde a radiação ultravioleta ambiente
é baixa, e a palidez maximiza a captura
de radiação para a produção de vitamina
D3 (o risco de danos ultravioleta é
considerado muito baixo em latitudes
elevadas, mesmo para pessoas de pele
clara).
SAÚDE ÓSSEA
Hormônios de vitamina D agem em
ossos, intestinos e rins para produzir o
cálcio, resultando em um elevado nível
de cálcio no sangue. Assim a absorção
intestinal do cálcio é aumentada, promovendo
a mineralização dos ossos
(caso haja uma quantidade suficiente
de cálcio, obtido pela alimentação,
disponível). Além disso, os hormônios
da vitamina D estimulam diretamente
a mineralização dos ossos. Uma
quantidade adequada de vitamina D é
requerida para formar ossos saudáveis
em crianças e para manter a saúde
óssea dos adultos. Baixos níveis de
calcidiol no sangue e baixos níveis de
cálcio levam a um aumento de troca
de ossos e a mobilização de cálcio dos
ossos, causando osteoporose e conseqüentemente
fraturas. A densidade
mineral óssea aumenta quando os ní-
veis de hormônio da paratireóide são
baixos, numa extensão dependendo de
polimorfismos genéticos do receptor
de vitamina D.
SAÚDE CARDIOVASCULAR
A vitamina D interfere na saúde
cardiovascular. Altos níveis do hormônio
da paratireóide, devido à baixa ingestão
de vitamina D, aumentam o risco de
doença e mortalidade cardiovascular,
especialmente por pressão alta e doença
coronariana. Além disso, os níveis de vitamina
D são inversamente relacionados
aos níveis de glicose no sangue e resistência
à insulina. Níveis insuficientes
de vitamina D no sangue são, portanto,
associados a um maior risco de diabetes
tipo II. A suplementação com vitamina
D3 ajuda a diminuir o nível do hormônio
da paratireóide no sangue e pode, assim,
ajudar a diminuir o risco de doenças
cardiovasculares e diabetes.
O hormônio da vitamina D atua na
maioria dos tecidos corporais e tipos de
células. Através do receptor de vitamina
D, o calcitriol age localmente nas células,
regulando o crescimento celular e
estimulando a diferenciação celular.
Isso ajuda a prevenir o câncer. Pessoas
com um nível adequado de vitamina D
têm um risco menor de desenvolver o câncer, incluindo o câncer de cólon,
bexiga, próstata e mama. O hormônio
da vitamina D também atua sobre as
células do sistema imunológico, estimulando
a produção de macrófagos e aumentando
a sua atividade na luta contra
infecções. A vitamina D também inibe
respostas auto-imunes no organismo,
diminuindo assim o risco de artrite reumatóide,
doença intestinal inflamatória
crônica e esclerose múltipla.
INGESTÃO RECOMENDADA
A recomendação atual para a
ingestão diária de vitamina D é
de 200 IU ou 5μg (adultos).
A média de ingestão diária de
vitamina D deve ser de pelo menos
12,5μg ou 500 UI para pessoas de
pele clara, quando um adicional de
vitamina D é fornecido pela pele
(por exemplo, durante o verão).
Recomendações para ingestão média de vitamina D devem aumentar
para pelo menos 50μg por dia para
os idosos, pessoas com pouca exposição
ao sol ou de pele escura.
De acordo com uma recente avaliação de risco realizado pelo Conselho
norte-americano para a Nutrição Responsável
(CRN), o nível de ingestão
máximo (UL) poderia ser aumentado
de 2.000 UI ou 50μg por dia (adultos)
até 10.000 UI ou 250μg por dia.
O que causa deficiência? Síndrome do intestino curto, doenças hepatobiliares e pancreáticas, uso de anticonvulsivantes.
Fontes Alimentares Fígado, gordura do leite, gema do ovo, salmão, sardinha, atum, óleo de peixe, alimentos fortificados. A forma colecalciferol pode ser sintetizada na epiderme.
Manifestações de excesso ou carência Deficiência: raquitismo em crianças, osteomalácia em adultos, desenvolvimento da osteoporose, fraqueza muscular, hiperparatireoidismo.
Toxicidade: excessiva calcificação óssea, e calcificação de tecidos moles, cefaléia e náusea, constipação, poliúria.
Fontes Alimentares Fígado, gordura do leite, gema do ovo, salmão, sardinha, atum, óleo de peixe, alimentos fortificados. A forma colecalciferol pode ser sintetizada na epiderme.
Manifestações de excesso ou carência Deficiência: raquitismo em crianças, osteomalácia em adultos, desenvolvimento da osteoporose, fraqueza muscular, hiperparatireoidismo.
Toxicidade: excessiva calcificação óssea, e calcificação de tecidos moles, cefaléia e náusea, constipação, poliúria.
Fonte: PORTAL EDUCAÇÃO - Cursos Online : Mais de 1000 cursos online com certificado http://www.portaleducacao.com.br/nutricao/artigos/17304/vitamina-d#ixzz3p1I9P0WY
Fonte: Vitamina D: http://www.insumos.com.br/aditivos_e_ingredientes/materias/174.pdf

